CARNAVAL EM SÃO PAULO | o que fazer para quem não quer folia – GASTRONOMIA

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Definitivamente não sou uma carnavalesca nata. Pra falar verdade, nesses dias dedicados à folia eu procuro fugir dela. Assim, sempre quando posso aproveito para ir à capital paulistana e turistar um pouco por lá. Afinal, em dias de feriado prolongado a cidade fica ideal. Menos carros, menos pessoas e consequentemente, ruas mais “tranquilas” – o que favorece passeios deliciosos, restaurantes sem espera e assim, perfeito para aproveitar o que São Paulo tem de melhor.

O QUE FAZER?

Quando o assunto é gastronomia, a cidade de São Paulo atende a todos os gostos: desde o mais simples ao mais requintado e em razão da grande diversidade no ramo alimentício, desde 1997 a cidade é considerada a “Capital Mundial da Gastronomia” – título concebido durante a 10ª edição do CIHAT – Congresso Internacional de Gastronomia, Hospitalidade e Turismo.

Assim sendo, numa visita prolongada à cidade minha programação número 1 é um tour gastronômico pelas vastas opções oferecidas. Portanto, compartilho com vocês o que está programado para meu carnaval por lá. Se conseguir visitar 1/3 desta listinha, ficarei bem feliz!

RESTAURANTES ESCOLHIDOS

– Esquina Mocotó (brasileiro): Localizado ao lado do sempre fervido Mocotó, o restaurante é do chef Rodrigo Oliveira, eleito o chef do ano pela revista Veja (2014). Seus pratos estão focados nas raízes nordestinas, possui boa carta de vinhos e drinks com cachaça.

– Mocotó (Brasileiro);

– Baby Beef Rubaiyat (Carne);

– Pobre Juan (Carne);

– D.O.M. (Contemporâneo): Comandado pelo célebre chef Alex Atala, o D.O.M é atualmente considerado o 6° melhor restaurante do mundo pelo S. Pellegrino World´s 50 Best Restaurants;

– Mani (Contemporâneo);

– Attimo: (italiano) O chef Jefferson Rueda está sempre em destaque nas midias especializadas e suas criações tem como base a cozinha clássica italiana misturada a receitas trazidas por antigos imigrantes que se espalharam pelo interior paulista. Sua marca autoral é batizada por ele mesmo de ítalo-caipira.

– Gero: Clássico italiano de São Paulo;

– Tasca da Esquina (Português);

– ChefVivi (Variado);

Tappo Trattoria;

– Bráz Trattoria;

– Ici Bistro.

FOOD TRUCK

Modismos à parte, a comida de rua sempre fez parte da cultura do paulistano. Agora ela está regulamentada e oferecendo opções charmosas e variadas pela cidade.

– Buzina Food Truck;

– Los Mendozitos;

– Massa na Caveira;

– Butantan Food Park;

HAMBURGUER

– Z Deli Sandwich Shop 

COMIDINHAS:

– Padoca do Mani:

BARES:

– Bar da Dona Onça: de Janaina Rueda, chef sempre premiada e prestigiada no Brasil;

– Vito: O proprietário, o chef André Mifano é especialista em pratos com cortes de carne suína e se dedica à produção de bons embutidos e  ainda prepara pratos como manda a tradição italiana.

BARES  PARA BEBER

– BrewDog Bar: São Paulo é a primeira unidade da aclamada cervejaria escocesa aberta fora da europa. Com todo esse prestígio, o BrewDog Bar é um ótimo lugar para bebericar chopes cheios de personalidade.

– Isola;

– SubAstor: Para conhecerno Sub Astor é necessário atravessar atravessar o salão do Astor e descer três lances de escada, cruzar a cortina de veludo vermelho e aproveitar! O bar possui um dos melhores barmen da cidade, o italiano Fabio La Pietra.

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Aí vocês me perguntam: E as docerias? sorveterias? padarias? cafés???? etc, etc, etc…

Pois é, juro, não dei conta de incluí-los numa única publicação. Na verdade, a gastronomia de São Paulo é tão rica, diversificada e extensa que merece muitos outros capítulos.

Mas também não poderia finalizar sem compartilhar com vocês esse delicioso video do consagrado Anthony Bourdain. Em seu programa chamado de The Layover, cujo formato e conteúdo são baseados no que um viajante pode fazer, comer, visitar e desfrutar dentro de 24 a 48 horas em uma cidade. Cada episódio começa com o desembarque anfitrião da cidade, com o relógio de iniciar a contagem regressiva até o momento em que ele vai deixar a cidade. Como um viajante experiente, ele encontra-se com os moradores locais e explora a cidade dentro e para fora, dentro de questões de horas, tanto o caminho turístico e da maneira local.

Um abraço!

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