O QUE FAZER EM PARIS

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O QUE FAZER EM PARIS – UM APANHADO GERAL PARA QUEM VAI PELA PRIMEIRA VEZ

Finalmente volto das minhas férias e atualizo o blog. Desculpem a grande ausência. Mas como é difícil colocar as coisas em ordem e voltar à rotina. Mas vamos lá!  Vou começar postando sobre minha passagem de 5 dias por Paris. Como já fui algumas vezes pra lá, minha programação não se resumiu apenas à cidade, e dediquei 1 dia à Disney, pois levei meu filho Rafa e outro dia à região de Champagne.

Dessa vez minha viagem foi um pouco mais focada à arquitetura, antiguidades e artes, apesar de ter ido com meu filho e meu marido consegui conhecer alguns lugares que ainda não havia visitado nas viagens anteriores. Mas decidi fazer fazer aqui no blog um apanhado geral para aqueles que vão pela primeira vez e querem algumas dicas do que fazer por lá.

SAINT GERMAIN DES PRÉS 

Com sua localização central o bairro ainda é ainda associado à vida intelectual, literária e artística que teve seu auge no século 17, este bairro ainda foi berço da Revolução francesa e ponto de encontro de escritores, artistas e políticos qu fizeram história no mundo. Hoj, é marcado por uma enorme variedade de restaurantes, cafés, bares, boutiques de luxo e muitas galerias de artes.

Esse é uma das minhas regiões prediletas em Paris, com sua localização central o bairro é ainda associado à vida intelectual, literária e artística que teve seu auge no século 17, este bairro ainda foi berço da Revolução francesa e ponto de encontro de escritores, artistas e políticos qu fizeram história no mundo. Hoje, é marcado por uma enorme variedade de restaurantes, cafés, bares, boutiques de luxo e muitas galerias de artes.

Carré Rive Gauche

Entre o boulevard Saint Germain e o Musée d’Orsay, há um perímetro dedicado a 120 antiquários e galerias de arte.
Dessa maneira se você gosta de artes você não pode deixar de visitar essa região.

 

Galerias Carré Rive Gauche

E aqueles apaixonados por móveis antigos e contemporâneos, pintura, escultura, arte do Extremo Oriente, tapete e tapeçaria, prata, cerâmica, arte africana, livros raros, devem caminhar pelas ruas de l’Université, rue du Bac, Quai Voltaire, rue de Saint Père, rue de Beaune.

A região ainda tem a bela igreja Saint Germain des Prés, Café de Flore e Deux Magots, Bairro Latino (Quartier Latin), Jardim de Luxemburgo, Panthéon, Museu D’Orsay, o Boulevard Saint Germain e o rio Seine.

 

QUARTIER LATIN / SAINT-GERMAIN-DES-PRÉS

Alí pertinho, entre Saint Germain des Prés e o Quartier Latin, está o lindo Jardim de Luxemburgo. Não deixe de visitá-lo, lá vocês também poderão encontrar o:

Jardin des Plantes + Jardim Botânico e Zoo; o Jardin des Plantes e lá dentro tem o Jardim Botânico (com grandes estufas herdeiras do jardim de plantas medicinais de Luis XIII, um museu de história natural e um zoológico antiguinho.

 

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Saindo do parque pegue o Boulevard St. Germain: Lá estão as boutiques, as pâtisseries, floriculturas, a Igreja St. Germain.

Outras atrações ainda:

Rue Cour du Commerce: Rua de paralelepípedos cheia de lugarzinhos interessantes para comer. Um dos lugares mais falados é o Semilla.

Pracinha Furstenberg (1699): Lá está o Museu Delacroix, atelier e casa do pintor até a sua morte em 1863. Depois de visita-lo siga à Rue du Bac.

Rue du Bac: Lá você vai encontrar mais lojas e pâtisseries e floriculturas. Para compras em maior escala, ter na Grande Epicerie, a mãe de todos os empórios gourmet, com 3500 metros quadrados.

 

MONTPARNASSE

Razoavelmente perto da região do Quartier Latin, mais ao sul,  está o bairro de Montparnasse. Se você gostar de arte contemporânea poderá conhecer a Fondation Cartier, uma construção do arquiteto francês Jean Nouvel, que tem recebido grandes exposições.

Torre Montparnasse: O prédio de 56 andares não é bonito, mas guarde um mirante que possibilita ver Paris inteira. No entanto, a subida é um pouco cara (€15);

E descendo, seguindo em direção ao Rio Sena você econtrará uma das intervenções urbanas mais bacanas de Paris nos últimos tempo: as chamadas Berges de Seine. As pistas nas margens do Rio Sena que anteriormente circulavam carros foram transformadas em 2013 num parque qu se estende por 2,3 quilometros entre o Museu D`Orsey e  a Ponte l´Alma.

 

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BEM POR ALÍ…JARDIM DAS TULHERIAS, LOUVRE e CHIQUEZAS DO 1º ARRODISSEMENT

Ande por toda extensão do Jardim das Tulherias e visite o imperdível Louvre, que sempre é prioridade, mesmo pra quem já conhece.

 

MUSEU LOUVRE

 

Por aí também está um dos endereços comerciais mais caros de Paris, como a a Rue Saint Honoré. Estando lá, conheça a loja Colette (se pronuncia colé), um pequeno templo do design moderno que dita as tendências de moda e design. A loja oferece livros, bolsas sapatos, acessórios com preços que vão de 2 e 1000 euros.

Então circule pelo miolo do 1º Arrondissement e não deixe de passear pelo chamado Triângulo de Ouro, formado pela Avenue Montaigne, Avenue Georges V e Avenue Champs Elysées esse triângulo representa o que há de mais caro e seletivo da cidade.

O que ver na Avenue Montaigne:

 

MARAIS

O famoso bairro do Marais é conhecido por suas ruelas charmosas, seu espírito jovem e a mistura de judeus, turistas e o mundo fashion. O bairro tem muitas opções de restaurantes, mercado, padarias, comércio tipicamente francês, boutiques de criadores independentes, famosas marcas francesas, teatro e uma vida noturna animada. As principais atrações turísticas do bairro são: Praça des Vosges, Museu Picasso e o Hotel de Ville.

Circule pela Rue de Bretagne, para sentar num dos deliciosos bistrôs e cafés da região e não deixe de visitar o Le Carreau du Templo, um antigo mercadão todo envidraçado que foi transformado em centro cultural.

 

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E meio escondido, a 100m do Square du Temple está o Marché des Enfants Rouge um mercado que data de  1865. Lá dentro tem um restaurante e é bem diferente comer por lá.

 

MONTMARTRE /PIGALLE

Para vistas incríveis da cidade, visite a Basílica de Sacré Coeur que foi construída no final do século 19 com uma arquitetura Romana e bizantina.

Place du Tertre: Rua onde os artisas pintam sua caricatura por muitos euros. Mas não comam por lá.

 

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Espace Dalí: Dedicadao ao mestre espanhol do surrealismo  Salvador Dalí. Numa sala subterrânea, a coleção única tem uma porção de esculturas e gravuras divididas por temas – as 2 mais interessantes são as que Dalí produziu inspirado em Alice no País das Maravilhas e na Divina Comédia.

Museu de Montmartre: Com uma entrada discreta na Rue Cortot, esconde grandes surpresas. O local foi recentemente reformado e recria ambientes, como ateliês e cabarés da Montmartre boêmia, que inspiraram e abrigaram artistas como  Toulouse-Lautrec e Modigliani, reservando também um pouco de suas obras.

Morro abaixo, no Boulevard de Clichy, entra-se no bairro de PIGALLE. Contiguamente, no South Pigalle (SoPi). Essa região tem sofrido grande valorização imobiliária, com coisas novas se abrindo e expulsando o comércio antigo e os bordeis que antes definiam o bairro.

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Bom pessoal, é muito difícil tentar resumir Paris. A cidade oferece opções incíveis para todos os gostos e que vão muito além dos clássicos e tradicionais pontos turístios.

Assim, ao longo dos dias vou postar pra vocês algumas outras coisas que fiz por lá também e talvez inspire vocês.

Um abraço!

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